domingo, 14 de novembro de 2010

O próprio tempo poderá acabar antes que a Terra



Você acredita nas teorias que dizem que “o fim do mundo está próximo”? Pois saiba do seguinte: de acordo com novas pesquisas o tempo (sim, o tempo mesmo, as horas, minutos e segundos) pode acabar antes do que a Terra.
Um novo “modelo” de universo mostra que há uma chance de 50% de que o tempo acabe nos próximos 3,7 bilhões de anos – infelizmente não “a tempo”, com o perdão do trocadilho, de ficarmos jovens para sempre.
A história é a seguinte: o Universo teria começado com o Big Bang e, desde então, está se expandindo. Segundo estimativas, o Big Bang teria ocorrido a 13 bilhões de anos e os cientistas calculam que essa expansão ainda está se acelerando. Será que isso quer dizer que o Universo se expandiria para sempre?
Um Universo que se expande para sempre se tornaria infinito e eterno. Mas um grupo de físicos acha essa idéia meio cabeluda. Segundo Raphael Bousso, da Universidade de Berkeley, um Universo infinito é impossível porque as leis da física não funcionariam mais nele. Então ele e alguns colegas calcularam eventos que seriam mais prováveis.
O argumento deles é o seguinte: supondo que o Universo é infinito e durará para sempre, todo o tipo de evento que pode ocorrer, por mais improvável que pareça, irá acontecer nele. Na verdade, esses eventos irão ocorrer infinitas vezes.
Como o “infinito” é impossível de calcular, as leis da física não funcionam. Segundo Bousso isso é chamado de “problema de medida de inflação eterna”. A única maneira de pensar no assunto de acordo com as leis da física que conhecemos hoje seria se uma catástrofe desse um fim no universo.
Mas quando isso aconteceria, afinal? Bousso e seus colegas estimam que é improvável que nós, que estamos vivos hoje, veríamos o acontecimento, mas há uma chance de 50% de que isso aconteceria nos próximos 3,7 bilhões de anos. Isso quer dizer que a Terra e o Sol, se tudo correr como imaginamos, ainda estarão presentes no Universo.
Se você está pensando em possíveis descendentes que estarão vivos nessa época e está preocupado, tenha esse consolo: será difícil prever quando a catástrofe irá acontecer e eles não iriam saber de nada quando acabasse.

Cientistas desenvolvem decodificador que vai procurar por DNA alienígena em Marte



A primeira ideia que surge quando se ouve a palavra “alienígena” é de algo muito diferente dos seres humanos, não? Mas, segundo uma equipe de cientistas americanos, a vida na nossa vizinhança deve ser provavelmente parecida conosco.
Seguindo essa linha de pensamento, eles estão desenvolvendo um protótipo de decodificador de DNA alienígena – o Busca por Genomas Extraterrestres (BGET) – que esperam enviar a Marte a bordo de uma missão da NASA prevista para ser lançada em 2018.
O raciocínio vem da premissa de que Marte e a Terra têm trocado um bilhão de toneladas de rochas ao longo de suas vidas. E alguns dos micróbios clandestinos a bordo dessas pedras podem ser bastante resistentes, sobrevivendo à viagem. O DNA é bastante durável também. Na superfície de Marte não iria durar muito tempo, mas protegido contra a radiação UV, o DNA pode ficar dormente em Marte por um milhão de anos.
O decodificador de DNA será projetado para cavar. Se alguma vez houve vida em Marte, ou se há matéria orgânica enterrada lá de outras origens, seja da Terra ou de qualquer outro lugar, o BGET deve ser capaz de isolar, amplificar e identificar os ácidos nucléicos do planeta, sem nenhuma viagem de retorno necessária.
A tecnologia ainda está alguns anos longe dos testes. Quando estiver preparada, os pesquisadores vão testá-la em campos no deserto de Atacama, no Chile, ou na Antártica, dois dos locais áridos da Terra que são parecidos com os desertos frios de Marte. Se tudo der certo nos testes, o BGET estará caçando blocos construtores de vida no planeta vermelho na próxima década.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O mais veloz supercomputador do mundo é chinês



Hoje, no Encontro Anual de Computação de Alta Performance, foi apresentado ao público o Tianhe-1A – o computador mais rápido do mundo.
Sua performance é de 2507 petaflops. Criado pela Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa da China ele já está pronto para ser usado. O Tianhe custou 88 milhões de dólares e pesa 155 toneladas. O sistema inteiro consome 4,04 megawatts de eletricidade.
Segundo os criadores do Tianhe, ele será poderá ser usado por qualquer um que tenha um projeto científico que necessite de sua alta performance.

Artistas criam o maior “castelinho de areia” do mundo



O festival de esculturas de areia Zhoushan, na China, é conhecido mundialmente pelas obras de arte produzidas nele. Mas agora os artistas participantes quebraram um novo recorde – o de escultura de areia mais alta do mundo.
Com 22,43 metros de altura o recorde da escultura foi oficializado pelo Guiness no dia 29 de setembro de 2010. Além de ser uma enorme estrutura, a obra de arte também tem uma história por trás de seu design: ela relata um conto nigeriano de um beija-flor que se torna o rei de todos os animais.
Para que fosse concluída, a escultura contou com o trabalho de 30 artistas em um período de 75 dias. Resta saber quanto tempo essa estrutura irá durar.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O maior objeto já rebocado



Acredite ou não, isso que você está vendo não é uma montagem e sim uma plataforma de extração de petróleo em alto mar sendo rebocada.
E não é uma simples refinaria e sim a Troll A que, no Guiness em 1996, foi considerada a maior refinaria do tipo já construída. Ela tem 500 metros de altura e pesa 650 mil toneladas. Está em discussão se ela é a maior estrutura já rebocada já que a plataforma Petronius, da Texaco, foi rebocada recentemente e ela seria um pouco mais alta do que a Troll.
Mesmo com as fotos não dá para ter uma idéia do tamanho da Troll, afinal os barquinhos podem ser pequenos. O fato é que eles tem a estrutura de grandes navios e, se ainda resta uma dúvida, veja como a Troll ficaria ao lado da Torre Eiffel mais abaixo.



A cada três dias uma espécie nova é descoberta na Amazônia



A maior floresta tropical remanescente no mundo só tem melhorado a sua reputação em questão de biodiversidade: segundo um relatório do grupo de conservação WWF, a cada três dias, uma nova espécie foi descoberta na Amazônia – isso durante uma década.
O relatório foi lançado na conferência da ONU sobre Diversidade Biológica, no Japão. Representantes dos governos de todo o mundo estão reunidos para discutir novas metas para conter a perda de biodiversidade a nível mundial, na sequência do fracasso global para cumprir as metas estabelecidas para 2010.
O objetivo do relatório era fazer com que as pessoas se animassem com as maravilhas da Amazônia, e percebessem que ela merece ser um dos focos dos esforços de conservação.
A Amazônia é uma vasta região com mais de 6.700.000 quilômetros quadrados de 600 diferentes tipos de habitats terrestres e água doce que se estendem pelo Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
Ela é também o lar de uma em cada dez espécies terrestres conhecidas no planeta, e muitas das quais não são encontradas em nenhum outro lugar da Terra.
Entre 1999 e 2009, os cientistas catalogaram mais de 1.200 novas espécies de plantas e animais na Amazônia, incluindo uma anaconda de quatro metros, um papagaio careca dos tons do arco-íris e um pequeno bagre vermelho cego.

“Piranha gigante” é capturada no Rio Congo



O canal de TV a cabo Animal Planet tem um programa chamado River Monsters (Monstros do Rio) onde um famoso pescador chamado Jeremy Wade viaja tentando capturar peixes incríveis.
Em um programa gravado no rio Congo ele conseguiu: Wade tirou da água uma enorme piranha. O bichão tinha 1,5 metro de comprimento e 32 dentes enormes e afiados – comparáveis aos de um tubarão branco. Tanto que, nas fotos, Jeremy está segurando o peixe com as duas mãos, com medo de levar uma mordida.
Na verdade o peixe não é uma piranha, e sim uma espécie similar chamada “Peixe-tigre Golias” – Hydrocynus goliath – que é um dos bichos de água doce mais ferozes do mundo.
A “piranha” pesava 45 quilos e já estava se tornando famosa na região – testemunhas viram ela se alimentando de peixes de seu tamanho e há aqueles que dizem tê-la visto despedaçando crocodilos. Mas aí não dá pra saber se é, ou não, história de pescador.